Como todos sabemos está a chegar ao fim mais um ano da nossa ONU. Foi um ano marcado por fragilidades mas também demonstrámos o nosso potencial em termos de trabalho e organização: a elaboração da peça da ONU e a organização da nossa banca de jogos na festa da paróquia no dia 4 de Julho.
É verdade que o tema deste ano foi a "Palavra" e nesse ponto de vista nós pouco trabalhámos para ele, mas se repararmos bem as discussões, os debates, as conversas e as confidências no fundo não são mais que uma troca de palavras e ideias, muitas vezes bastante pensadas e discutidas, e isto no fundo é usar mesmo que inconscientemente a palavra. Aliás penso que este seja mesmo o nosso ponto forte: somos amigos confidentes e directos ao ponto de dizermos aquilo que pensamos mas sem nunca invadirmos a privacidade do outro ou o desrespeitarmos. A ONU muitas vezes ao longo deste ano, e à semelhança do ano passado, foi um lugar onde nos reunimos para desabafar os nossos problemas sem termos medo de ser olhados de lado ou de sermos reprimidos por tais factos. A isto chama-se amizade e confiança!
Mas voltando à análise do ano, as fragilidades tal como já disse foram fortemente evidenciadas: o trabalho demonstrado foi pouco ou quase nulo e mesmo as presenças em certas alturas do ano foram tão diminutas que levou a discussões acesas sobre a nossa continuação enquanto grupo.
Quanto ao futuro só a Marta e a Andreia sabem, portanto só elas têm a voz de decidir. É neste sentido que penso que estas reuniões últimas têm sido importantes (e digo que penso porque infelizmente não me foi possível estar presente na passada sexta por motivos de aniversário de um familiar e hoje, também sexta feira porque à hora de reunião já não estarei no país).
É verdade que o tema deste ano foi a "Palavra" e nesse ponto de vista nós pouco trabalhámos para ele, mas se repararmos bem as discussões, os debates, as conversas e as confidências no fundo não são mais que uma troca de palavras e ideias, muitas vezes bastante pensadas e discutidas, e isto no fundo é usar mesmo que inconscientemente a palavra. Aliás penso que este seja mesmo o nosso ponto forte: somos amigos confidentes e directos ao ponto de dizermos aquilo que pensamos mas sem nunca invadirmos a privacidade do outro ou o desrespeitarmos. A ONU muitas vezes ao longo deste ano, e à semelhança do ano passado, foi um lugar onde nos reunimos para desabafar os nossos problemas sem termos medo de ser olhados de lado ou de sermos reprimidos por tais factos. A isto chama-se amizade e confiança!
Mas voltando à análise do ano, as fragilidades tal como já disse foram fortemente evidenciadas: o trabalho demonstrado foi pouco ou quase nulo e mesmo as presenças em certas alturas do ano foram tão diminutas que levou a discussões acesas sobre a nossa continuação enquanto grupo.
Quanto ao futuro só a Marta e a Andreia sabem, portanto só elas têm a voz de decidir. É neste sentido que penso que estas reuniões últimas têm sido importantes (e digo que penso porque infelizmente não me foi possível estar presente na passada sexta por motivos de aniversário de um familiar e hoje, também sexta feira porque à hora de reunião já não estarei no país).
Desejo a todos umas óptimas férias com muito sol, praia, mar , amigos, namorados e namoradas, brincadeiras com a filhota (no caso da andreia), descanso que também é preciso e sobretudo diversão que é aquilo que raramente se faz ao longo do ano.
Beijinhos e abraços do vosso Diogo, que esteve com vocês mais um ano porque isto foi ONDE NOS UNIMOS!
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